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O QUE É VAMPIRISMO?

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Autor: Hugo Lapa
 
 
Vampirismo é o termo que define pessoas, encarnadas ou desencarnadas, que contém uma pré-disposição de sugar ou extrair as energias de outrem, de forma consciente ou inconsciente. O vampirismo é um tema não muito estudado na TVP, embora seja amplamente divulgado no esoterismo e na magia.
 
Quem já não conviveu com pessoas que nos fazem sentir cansados e indispostos após algum tempo de diálogo, como se nossa energia tivesse sido literalmente sugada? Essas pessoas são as chamadas vampiras inconscientes; elas fazem parte do nosso convívio social e por algum motivo se tornaram sugadores da energia alheia. Médicos, psicólogos e terapeutas são quase sempre vitimados pela ação de vampiros inconscientes. Muitos desses profissionais podem ser levados a estados emocionais graves e podem mesmo ser induzidos à etafa e exaustão de sua energia. Esses indivíduos não se dão conta do mal que podem estar causando a outros.
 
Um dos mais graves casos de obsessão e possessão espiritual são gerados pelos vampiros astrais. No Glossário Teosófico vemos a seguinte definição: São espectros ou cadáveres que andam pela noite chupando pouco a pouco o sangue das vítimas até matá-los. Formas astrais que vivem às expensas das pessoas, das quis extraem vitalidade e força. Podem mesmo ser corpos astrais de pessoas vivas ou das que já morreram, porém quando ainda se aferram a seus copos físicos, que estão na sepultura, tratando de conservá-los como o alimento que extraem dos vivos e, deste modo, prolongarem sua própria existência. Tais casos são bem conhecidos, especialmente no Sudeste da Europa (Moldávia, Servia, Hungria, Grécia, Rússia, etc.)” Dentro disso, há entidades estudadas e conhecidas na Idade Média como os Incubus e Succubus, são espíritos que se alimentam no sêmen e da energia sexual das vítimas subjugadas.
 
A mitologia sobre os vampiros sempre esteve envolta em mistério e fantasia. Não parece haver qualquer base nas alusões lendárias sobre vampiros com dentes grandes que sugam o sangue dos seres humanos. Porém, esse mito possui algo de real: a extração de energias é um fenômeno universal do nosso mundo; pode ser encontrado tanto no plano físico quanto no plano astral. Os chamados vampiros são todos os seres que, de algum modo, sugam deliberadamente as energias de outros seres; tudo isso num nível que pode prejudicar consideravelmente o outro ser, a ponto de deixa-lo enfermo, entorpece-lo, paralisa-lo ou mesmo mata-lo.
 
Os estudiosos classificam diversos tipos de vampiros. Vamos abordar esse conhecimento mais do ponto de vista psicológico. Falemos dos chamados “vampiros sociais”, que são pessoas de nossa convivência. Esses tipos são todos inconscientes. José Laércio do Egito descreve alguns tipos mais conhecidos:

 

1) Vampiro cobrador: Pessoa que vive cobrando a outra sobre tudo: onde foi, com quem esteve, o que fez, etc. Por meio do tédio, da irritação e de outras reações causadas na vítima, ela tem suas energias exauridas e acaba ficando com suas defesas energéticas abertas e prontas para serem sugadas.

 

2) Vampiro crítico: Aquele que critica demasiadamente o outro, sem dar-lhe espaço ou reconhecer seus pontos positivos. Acaba por envolver a vítima dentro de uma energia de baixa autoestima tornando-a presa fácil do roubo de energias.

 

3) Vampiro pegajoso: Aquela pessoa que parece não desgrudar de alguém. Fica o tempo todo próximo e parece que está “colada” na outra. Não dá espaço e deixa a pessoa meio que sufocada com sua presença. Muitas vezes não permite que tenha outros contatos com pessoas.

 

4) Vampiro esponja: Essa é a pessoa que acreditar ser a “dona” da outra, sendo muito possessiva. Não deixa que outros se aproximem, por ciúme e sentimento de posse. Seu desejo é isola-la e ter a pessoa só para si mesma.

 

5) Vampiro bajulador: Esse é o conhecido popularmente como o “puxa saco”. Fica exaltando exageradamente as qualidades da vítima, sempre para obter algo em troca. A pessoa acaba abrindo suas defesas e confiando no vampiro, pois teve seu ego alimentado e sente-se bem com isso. Como disse Dom Juan: “A maior parte da nossa energia vai para o sustento da importância pessoal”. Se algum dia formos capazes de direcionar nossas energias para fora do ego, sobrará um grande estoque para empreendimentos muito mais importantes.

 

6) Vampiro tagarela: Aquele que fala exaustivamente e não se preocupa em estabelecer um diálogo com o outro. Tem um vício de falar muito sem nem pensar no que diz. O ato da fala acaba se tornando uma compulsão - praticamente um vício - talvez para ocultar o silêncio que poderia lhe revelar algo indesejável dentro de si mesmo. Pode falar indefinidamente, mesmo por horas; se o ouvinte permitir. Ao fim da conversa, sentimo-nos cansados e indispostos.

 

7) Vampiro lamentoso: Aquele que só reclama de sua vida e sempre lamenta o estado de coisas atual. Seu único discurso é a autovitimização, reclamando o tempo todo, geralmente afirmando que estão sendo usadas por alguém, passando por dificuldades diversas; que estão sem dinheiro; com seu afetivo atribulado, dentre outras lamúrias. Há também o vampiro hipocondríaco: mal chega perto já começa a reclamar de sua saúde. Ainda dentro deste tipo, há o vampiro negativista: aquele que sempre vê as coisas pelo prisma mais desfavorável, sob uma ótica sombria e negativa.

 

8) Vampiro encrenqueiro: Aquele que vive para gerar conflitos, discórdias; fazer fofoca e intrigas. Acaba ganhando com a irritação das vítimas; alimenta-se da energia gerada pela confusão e pela conseqüente vulnerabilidade dos envolvidos.

 
 

Última atualização em Sex, 13 de Novembro de 2009 18:24

DOENÇAS E SUAS CAUSAS

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DOENÇAS E SUAS CAUSAS:

AMIGDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.
ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.
APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.
ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo.
ASMA: Sentimento contido, choro reprimido.
BRONQUITE: Ambiente família inflamado. Gritos, discussões.
CÂNCER: Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.
COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.
DERRAME: Resistência. Rejeição a vida.
DIABETES: Tristeza profunda.
DIARRÉIA: Medo, rejeição, fuga.
DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de autovalorização.
ENXAQUECA: Medos sexuais. Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro.
FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer.
GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.
HEMORROIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado
.
HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças

INSONIA: Medo, culpa.
LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.
MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio.
NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido.
PELE (ACNE): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.
PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida.
PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.
PRESSÃO BAIXA: Falta de amor
em criança. Derrotismo.
PRISÃO DE
VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente.
PULMÕES: Medo de absorver a vida.
QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.
RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.
REUMATISMO: Sentir-se vítima. Falta de amor. Amargura.
RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa, crença
em perseguição.
RINS
: Crítica, desapontamento, fracasso.
SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.
TIREÓIDE: Humilhação.
TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular remorsos.
ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o bastante.
VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.

Fonte:
Livro 'A Doença Como Caminho', de Thorwald Dethlefsen e Rüdiger Dahlke

 

 

Lista das Correspondências Psíquicas dos Órgãos e Palavras-chave para as Partes do Corpo

Bexiga
- Pressão, desapego
Boca - Disposição para receber
Cabelos - Liberdade, poder
Coração - Capacidade de amar, emoção
Costas - Correção
Dentes
- Agressividade, vitalidade
Estômago - Sensação, capacidade de absorção
Fígado - Avaliação, filosofia, religião
Gengivas - Desconfiança
Intestino delgado - Elaboração, análise
Intestino grosso - Inconsciente, ambição
Joelhos - Humildade
Mãos - Entendimento, capacidade de ação
Membros - Movimentos, flexibilidade, atividade
Músculos - Mobilidade, flexibilidade, atividade
Nariz - Poder, orgulho, sexualidade
Olhos - Discernimento
Ouvidos - Obediência
Órgãos genitais - Sexualidade
Ossos - Firmeza, cumprimento das normas
Pele - Delimitação, normas, contato, carinho
Pênis - Poder
Pés - Compreensão, firmeza, enraizamento, humildade
Pescoço - Medo
Pulmões - Contato, comunicação, liberdade
Rins - Parceria, discernimento, eliminação
Sangue - Força vital, vitalidade
Unhas - Agressividade
Vagina - Entrega
Vesícula biliar – Agressividade

 

A Depressão

Depressão é um termo geral para um quadro sintomático que vai de um mero sentimento de abatimento até uma perda real da motivação para viver, ou a assim chamada depressão endógena, que é acompanhada de apatia absoluta. Ao lado da inibição total das atividades e de uma disposição abatida de ânimo, encontramos na depressão sobretudo um grande número de sintomas colaterais físicos, como cansaço, distúrbios do sono, falta de apetite, prisão de ventre, dores de cabeça, taquicardia, dores na coluna, descontrole menstrual nas mulheres e queda do nível corporal da energia.

A pessoa depressiva é atormentada pela sensação de culpa e vive se auto-repreendendo; está sempre ocupada em voltar às boas (fazer as pazes) com tudo.
A palavra depressão deriva do verbo latino deprimo, que significa
'subjugar' e 'reprimir'.
A questão que surge de imediato se refere ao que a pessoa deprimida sente, se está sendo subjugada ou se está de fato reprimindo alguma coisa. Para responder à questão temos de considerar três âmbitos relativos ao assunto:

1 -
Agressividade: Num trecho anterior do livro dissemos que a agressividade que não é exteriorizada acaba por se transformar em dor física. Poderíamos completar essa constatação ao dizermos que a agressividade reprimida leva
, no âmbito psíquico, à depressão.
A agressividade cuja manifestação é impedida, bloqueada, volta-se para dentro de tal forma que o agressor acaba por tornar-se a vítima.
A agressividade reprimida acaba sendo responsável não só pela sensação de culpa, mas também pelos inúmeros sintomas colaterais que a acompanham, com seus vários tipos de sofrimento. Já dissemos, num momento anterior, que a agressividade é tão-somente uma forma específica de energia vital e de atividade. Sendo assim, aqueles que ansiosamente reprimem seus impulsos agressivos reprimem ao mesmo tempo toda sua energia e atividade. Embora a psiquiatria tente envolver as pessoas deprimidas em algum tipo de atividade, elas simplesmente acham isso uma ameaça. De forma compulsiva, elas evitam tudo o que possa suscitar desaprovação e tentam ocultar seus impulsos destrutivos e agressivos, vivendo de maneira irrepreensível.
A agressividade dirigida contra a própria pessoa chega ao auge no caso do suicídio. Tendências suicidas sempre são um alerta para que observemos a quem são dirigidas de fato as intenções assassinas.

2 -
Responsabilidade: À exceção do suicídio, a depressão sempre é, em última análise, um modo de evitar responsabilidades
. Os que sofrem de depressão já não agem; meramente vegetam, estão mais mortos do que vivos. No entanto, apesar de sua contínua recusa em lidar de forma ativa com a vida, os depressivos são acusados pela responsabilidade que entra pela porta de trás, ou seja, por sues próprios sentimentos de culpa. O medo de assumir responsabilidades passa para o primeiro plano exatamente quando essas pessoas têm de entrar numa nova fase da vida, tornando-se bastante visível, por exemplo, na depressão puerperal.

3 - Recolhimento -
solidão - velhice - morte: Estes quatro tópicos intimamente relacionados servem para resumir as áreas mais importantes dos três temas anteriores, mostrando quais são os nossos pressupostos básicos para refletir sobre eles. A depressão provoca o confronto dos pacientes com o pólo mortal da vida. As pessoas que sofrem de depressão são privadas de tudo o que de fato está vivo, como o movimento, a mudança, o companheirismo e a comunicação.
Em sua vida, é o pólo oposto que se manifesta, ou seja, a apatia, a rigidez, a solidão, os pensamentos voltados para a morte. Na verdade, embora esse aspecto mortal da vida seja sentido com intensidade na depressão, ele nada mais é do que a própria sombra do paciente.
Nesse caso, o conflito está no fato de a pessoa deprimida ter tanto medo de viver como de morrer. A vida ativa traz consigo uma culpa e uma responsabilidade inevitáveis e esses são sentimentos que o deprimido faz questão de evitar. Aceitar responsabilidade é o mesmo que abandonar todas as projeções e aceitar a própria singularidade, ou o fato de estar só. Personalidades depressivas, no entanto, têm medo de fazer isso e, portanto, precisam apegar-se aos outros. A separação que, por exemplo
, a morte de pessoas íntimas lhes impõe, pode servir de estímulo para a depressão.
Os depressivos são, antes de mais nada, abandonados por conta própria, e viver por conta própria, assumindo responsabilidades, é a última coisa que querem fazer. Ter medo da morte é um outro fato que não lhes permite suportar a condicionalidade da vida. A depressão nos torna honestos: ela revela a nossa incapacidade tanto para viver como para morrer

 

A DOENÇA COMO CAMINHO

Este texto é uma indicação de leitura do livro
'A Doença Como Caminho', de Thorwald Dethlefsen e Rüdiger Dahlke, que trata do conteúdo psicológico associado a vários tipos de doenças e incidentes, os quais por não conseguirmos trabalhar / montar adequadamente em nossa psique, passam a fazer parte da nossa 'sombra', não sendo percebidos conscientemente, manifestando-se, então, em nosso corpo físico, para que assim os possamos vivenciar, para superar e integrar seus conseqüentes desafios e ensinamentos.

Por fazerem parte de nossa 'sombra', habitando exatamente nosso inconsciente, e não o consciente, o mais normal é que não aceitemos estar vivendo ou ter alguma coisa haver com quaisquer dos assuntos levantados em relação às perguntas e questões associadas às doenças citadas.

O mais normal é negarmos a existência das situações cogitadas em relação a nossas vidas...
Infecção - um conflito que se materializou

Quem mostra predisposição a inflamações está tentando evitar conflitos. No caso de contrairmos uma doença infecciosa, devemos nos fazer as seguintes perguntas:
1 - Qual o conflito existente em minha vida que até agora eu não vejo?
2 - Que conflito estarei evitando?
3 - que conflito tento fingir que não existe?
Para descobrir que conflito se trata, basta prestar atenção ao simbolismo do órgão afetado ou da parte doente do corpo.


Alergia - uma agressividade que se materializou

A pessoa alérgica deve fazer a si mesma as seguintes perguntas:
1 - Por que não suporto tomar consciência da minha agressividade, e a transfiro para a manifestação corporal?
2 - Quais âmbitos da vida me inspiram tanto medo que procuro evitá-los?
3 - Para que temas apontam os meus alérgenos?
4 - Até que ponto uso minha alergia para manipular o meio ambiente?
5 - Como encaro o amor, qual é a minha capacidade de amar
?


Respiração - Assimilação da Vida

No caso de doenças que tenham relação com a respiração, a pessoa doente deve fazer a si mesma as seguintes perguntas:
1 - O que me faz sentir falta de ar?
2 - O que me recuso a aceitar?
3 - O que estou evitando dar?
4 - Com o que não desejo entrar em contato?
5 - Acaso terei medo de dar o passo para uma nova liberdade
?

Asma

Perguntas que a pessoa asmática deve fazer a si mesma:
1 - Em que âmbitos da vida quero receber sem dar nada em troca?
2 - Consigo confessar conscientemente minhas agressões? Que possibilidades disponho para expressá-las?
3 - Como lido com o conflito entre a vontade de dominar e a sensação de inferioridade?
4 - Quais setores da vida valorizo e quais rejeito? Posso sentir algo do medo que fundamenta meu sistema de valores?
5 - Quais setores da vida procuro evitar por considerá-los sujos, baixos, ignóbeis?
Não se esqueça: Sempre que se sente uma limitação, ela de fato é medo! O único modo de combater o medo é expandindo-se. A expansão ocorre se a pessoa deixar entrar aquilo que até agora rejeitou!

Males Estomacais e Digestivos

No caso de males estomacais e digestivos, devemos nos fazer as seguintes perguntas:
1 - O que não posso ou não quero engolir?
2 - Algo está me moendo por dentro?
3 - Como lido com meus sentimentos?
4 - O que me deixa tão azedo?
5 - Como expresso a minha agressividade?
6 - Como fujo dos conflitos?
7 - Existe em mim alguma saudade reprimida de um paraíso infantil, livre de conflitos, em que eu só seja amado e cuidado, sem precisar me esforçar para nada?


Doenças Hepáticas

A pessoa que sofre do fígado deve fazer a si mesma as seguintes perguntas:
1 - Em que âmbitos perdi a capacidade de fazer uma avaliação e uma discriminação corretas?
2 - Onde é que não consigo mais decidir entre aquilo que posso suportar e aquilo que é um 'veneno' para mim?
3 - Em que sentido ando cometendo excessos? Até que ponto estou 'voando alto demais' (ilusões de grandeza) e onde venho ultrapassando os limites?
4 - Acaso me preocupo comigo mesmo e com o âmbito da minha 'religio', de minha religação com a fonte primordial? Ou o mundo da multiplicidade está impedindo minha percepção intuitiva? Os temas filosóficos ocupam uma parte muito pequena na minha vida?
5 - Confio nos outros?


Doenças dos Olhos

Quem tiver problemas com os olhos, ou seja, com a visão, deve em primeiro lugar abandonar por um dia seus óculos (e/ou lentes de contato) e viver conscientemente a situação honesta de vida criada pelo fato.

Depois desse dia, deve fazer um relatório honesto, descrevendo o modo como viu o mundo e as experiências que teve, o que pôde e o que não pôde fazer, no que foi impedido pela falta de visão, como lidou com o ambiente exterior etc. Um relatório como esse deve fornecer-lhe material suficiente para poder conhecer melhor sua personalidade, seu mundo e seu modo de ser.
Essencialmente, deve responder às seguintes perguntas:

1 - O que não desejo ver?
2 - Minha subjetividade tem impedido meu autoconhecimento?
3 - Deixo de ver a mim mesmo nos acontecimentos?
4 - Uso a visão para obter uma percepção mais elevada?
5 - Tenho medo de ver os contornos rígidos (definidos) das coisas?
6 - Posso suportar, afinal, ver as coisas como elas são?
7 - Qual o âmbito de minha personalidade de que procuro desviar o olhar
?

Doenças do Ouvido

Quem tem problemas com os ouvidos, ou seja, com o ato de ouvir, deve de preferência fazer a si mesmo as seguintes perguntas:
1 - Por que não estou disposto a prestar atenção ao que os outros dizem?
2 - A quem ou a que não desejo obedecer?
3 - Há equilíbrio entre os dois pólos de minha personalidade, o egocentrismo e a submissão?


Dores de Cabeça

Quem sofrer de dores de cabeça o tiver enxaquecas deve fazer a si mesmo as seguintes perguntas:
1 - Com que estou 'quebrando a minha cabeça'?
2 - O 'em cima' e o 'embaixo' estão num equilíbrio dinâmico dentro de mim?
3 - Estou me esforçando demais para subir? (cobiça)
4 - Sou um cabeçudo e tento derrubar os obstáculos com a cabeça?
5 - Tento substituir a ação pelo pensamento?
6 - Estarei sendo honesto no que se refere aos meus problemas sexuais?
7 - Por que transfiro o orgasmo para a cabeça?

Doenças de Pele

Quem teve afecções cutâneas deve fazer a si mesmo as seguintes perguntas:
1 - Acaso estarei me isolando demais?
2 - Qual é a minha capacidade de estabelecer contatos?
3 - Por trás da minha atitude defensiva não haverá um desejo de intimidade?
4 - O que será que deseja atravessar os limites a fim de se tornar visível (sexualidade, desejo, paixão, agressividade, satisfação)?
5 - O que é que de fato está 'coçando' dentro de mim?
6 - Acaso resolvi viver no ostracismo?


Doenças Renais

Quando temos alguma coisa nos rins devemos fazer a nós mesmos as seguintes perguntas:
1 - Quais problemas me afligem no âmbito conjugal?
2 - Acaso tenho tendência a estagnar na projeção e, desta forma, a considerar os erros do meu parceiro como problemas que só dizem respeito a ele?
3 - Deixo de ver a mim mesmo no modo como o meu parceiro se comporta?
4 - Ando me apegando a velhos problemas e, deste modo, interrompendo o fluxo do meu próprio desenvolvimento?
5 - A que salto para o futuro meu cálculo renal está tentando me estimular
?


Os males da Bexiga

Doenças na bexiga sugerem as seguintes perguntas:
1 - A quais âmbitos me apego, embora ultrapassados, e só à espera de serem eliminados?
2 - Em que ponto me coloco sob pressão e a projeto para os outros (exames, o chefe)?
3 - Que assuntos gastos devo abandonar?
4 - Por que choro?

Doenças Cardíacas

No caso de perturbações e doenças cardíacas devemos fazer as seguintes perguntas:
1 - Há equilíbrio entre meu coração e minha cabeça, entre a compreensão e o sentimento? Eles estão em harmonia?
2 - Dou espaço suficiente para meus próprios sentimentos, me atrevo a demonstrá-los?
3 - Vivo e amo de todo coração ou apenas participo, sem grande entusiasmo?
4 - Minha vida transcorre num ritmo animado ou a forço a dotar um ritmo rígido?
5 - Ainda há combustível e explosivos suficientes em minha vida?
6 - Tenho escutado a voz de meu coração
?

Distúrbios do Sono

A insônia deve servir de motivo para se fazer as seguintes perguntas:

1 - Até que ponto dependo do poder, do controle, do intelecto e da observação?
2 - Acaso posso me desapegar?
3 - Como desenvolvo minha capacidade de entrega e minha sensação de uma confiança básica?
4 - Acaso me preocupo com o lado sombrio da minha alma?
5 - Quão grande é o meu medo da morte? Já me reconciliei o suficiente com ela?

Uma necessidade exagerada de dormir suscita as seguintes questões:

1 - Ando fugindo da atividade, da responsabilidade, da conscientização?
2 - Vivo num mundo quimérico e tenho medo de acordar para a realidade da vida?

 

Última atualização em Qui, 22 de Outubro de 2009 17:59

IRMÃ DULCE

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A Irmã dos pobres e das histórias
Salvador - São muitas as histórias que se contam sobre irmã Dulce ao longo dos últimos 77 anos. Algumas foram recolhidas e reunidas em um livro, "Irmã Dulce dos Pobres", escrito por sua sobrinha Maria Rita Pontes (o mesmo nome de batismo da freira). Outras são contadas pelo primo, o jornalista e médico José Augusto Berbet de Castro.
A invasão das casas da Ilha dos Ratos é apenas uma delas. Berbet de Castro conta que o dono das casas, ao saber da invasão, deu queixa ao diretor do 4º Centro de Saúde. "O homem chamou irmã Dulce e deu o maior sermão, disse que ela cometeu um crime e prometeu fazer uma inspeção. Os doentes, depois, disseram que a irmã Dulce que ele esteve lá, franziu a testa, foi a um armazém, comprou leite e bolacha, distribuiu entre eles e não disse uma só palavra. Mais tarde acabou consentindo na permanência 'até que Deus os levasse'".
Posteriormente, irmã Dulce começou a levar seus doentes para os arcos da colina da Igreja de Nosso Senhor do Bonfim. O então prefeito Wanderley Pinho ficou indignado: "Irmã, isso aí é local de turismo. Não fica bem a senhora instalar mendigos neste ponto". Dias depois os doentes eram transferidos para um velho e abandonado mercado de peixes, no Jardim da Madragoa. Irmã Dulce novamente foi chamada pelo prefeito e recebeu novo ultimato.
Foi então que ela conseguiu permissão da madre superiora das missionárias da Imaculada Conceição para ocupar o galinheiro do convento. As galinhas foram retiradas e 70 doentes foram alojados. Aos poucos, o galinheiro ganhou camas e o chão de terra batida foi cimentado. Neste lugar está hoje o Hospital Santo Antônio. Para isso contribuiu um americano, William E. Brokaw, representante da General Motors na Bahia, em 1959.
Brokaw procurou irmã Dulce para fazer um apelo: "Passei o dia inteiro tentando arranjar uma ambulância para uma mulher doente que encontrei caída na rua. Alguém me recomendou que chamasse a senhora", disse. Menos de 20 minutos depois, a freira chegava ao local com um caminhão para recolher a mulher inconsciente e o americano ficou surpreso quando a viu colocar no galinheiro. "O que vi ali me deixou envergonhado do pouco que fizera até então pela comunidade em que vivia", contou. E fez contatos com empresários americanos e entidades assistenciais que passaram a ajudar irmã Dulce com remédios e donativos.
No mesmo ano, o primeiro médico começou a trabalhar com irmã Dulce, o renomado clínico Renato Lobo. Ele também foi levar uma velha doente que encontrou na rua e ficou surpreso ao descobrir que que era a própria irmã Dulce quem diagnosticava e medicava os doentes. "Se a senhora permitir, de hoje em diante vou ajudá-la", disse o médico. E passou a dedicar dois dias na semana ao "hospital do galinheiro". Logo depois, o então governador Juracy Magalhães visitou o galinheiro e, impressionado, liberou verbas para a construção do Albergue Santo Antônio, com 150 leitos.
©Agência Estado.Aedata 

Última atualização em Qui, 22 de Outubro de 2009 18:05
 

 

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